domingo, 28 de outubro de 2012

Resenha: Divergente por Veronica Roth



  • Livro: Divergente
  • Autor: Veronica Roth
  • Selo: Editora Rocco Jovens Leitores
  • Ano de estréia: 2012
  • Páginas: 504
  • Assunto: Ficção distópica
  • Área principal: Ficção
  • ISNB: 9788579801310




Sinopse: Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.


Minha opinião: "Divergente", palavra que intitula o primeiro volume da série distópica que eu mais admiro até então nos dias de hoje. Verorica Roth merece os melhores elogios possíveis que toda a sociedade tem a lhe oferecer. Divergente é demais, com uma história única e desproporcionada às outras já criadas até hoje. Com uma esperteza incomum, a autora cria um mundo diferente que propõe ao leitor uma viagem com passe para um universo fantástico!
 Os jovens do universo criado por Veronica Roth nascem todos em uma facção e assim vivem obrigatoriamente na tal até os dezesseis anos. Já nessa idade, os jovens são permitidos a escolher qual das facções ambos se encaixam melhor, mas para que isso aconteça, além de sua escolha, eles devem também passar por uma iniciação, que talvez dê acesso ou não para a facção desejada.
 A personagem principal é Beatrice, uma jovem que está prestes a fazer sua escolha e ser encaminhada para alguma facção, mas que tem uma mente conturbada quanto a escolher o que é melhor para si, ficando em dúvida entre a facção onde habita sua família ou a qual lhe favorece. Agora, cabe a ela decidir qual rumo tomar e ter certeza de que a sua escolha não lhe trará arrependimentos no futuro.
 Com 5 estrelas recebidas, o livro é digno de receber todo o louvor dos leitores que se aventuram ao folheá-lo.




2 comentários:

  1. Fiquei sabendo do filme e estou louca pra ler. Muito linda a resenha. Bjus!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é, Carolina. Agora rezemos para que o filme seja tão bom quanto o livro. Leia quando puder porque vale muito a pena.
      Fico feliz que tenha gostado da resenha. Beijos!

      [Vítor Guimarães]

      Excluir